Psicólogo Clínico e Psicanalista  ·  CRP 06/136189

Um espaço sensível de escuta e (re) construção da sua história

Lucas Vinícius Guimarães

Falar sobre o seu mal-estar possibilita olhar para o que foi vivido e produzir novas formas de ser e estar no mundo. Análise orientada por um sólido alicerce clínico, teórico e ético.

Lucas Vinícius Guimarães, psicólogo clínico e psicanalista
Role para conhecer
01  A Clínica Psicanalítica

Por que falar sobre
o que nos faz sofrer?

A análise é um espaço para falar livremente sobre o seu sofrimento, sem ser julgado por isso e sem a expectativa de um modelo pronto de como se deve ser e agir.

Nossa vida é atravessada radicalmente pela linguagem: somos feitos de recortes e fragmentos do que vimos, ouvimos, experienciamos no mundo e a tentativa incessante de traduzir isso em palavras. A angústia e o sofrimento aparecem como testemunho dessa experiência: naquilo que fica incompreensível, no que se repete sem saber o porquê, no excesso de sentido e na sua total ausência e nas diferentes formas como os discursos afetam e modificam o nosso corpo e a relação com os outros.

A análise oferece a possibilidade de se ver frente a frente com os nossos ditos. A partir do encontro — sempre desencontrado — entre a fala e a escuta, abrem-se novas possibilidades de desejar, amar, estar e se relacionar com o outro.

“A análise é um espaço de (re) construção de si e da sua história, a atualização do passado no presente, para olhar o vivido sob uma nova perspectiva, questionar certezas e encarar contradições.”
02  Para Quem

Quem busca uma análise?

O tratamento é indicado para adolescentes, adultos e idosos que estejam dentro e fora do Brasil e que estejam atravessando momentos de angústia, ansiedade, transições na vida pessoal ou profissional, lutos, escolhas difíceis, questões de autoestima e identidade, estresse, depressão ou melancolia, medos e fobias, dificuldades nas relações e interações sociais, tenham passado por traumas ou violências físicas e emocionais, tenham questões relacionadas a sexo e sexualidade, apresentem compulsões e vícios ou outras tantas formas nas quais o mal-estar se apresenta no contemporâneo.

Ainda assim, buscar um processo de análise não exige uma crise, um diagnóstico psiquiátrico ou um sofrimento agudo: às vezes, é apenas o desejo de refletir sobre si ou produzir novas formas de viver e se relacionar com o outro.

Cada percurso na análise é único. O primeiro passo é simplesmente começar a falar.

Sobre procurar ajuda

Somos o tempo todo confrontados com ideais de felicidade, performance e produtividade e isso muitas vezes nos faz silenciar o que sentimos ou buscar resolver as coisas sozinhos. Procurar iniciar um processo de análise não é sinal de fraqueza, é um ato de cuidado e responsabilidade com a própria vida. Este é um espaço para aquilo que raramente encontra a possibilidade de ser dito e escutado nas nossas relações cotidianas.

03  Serviços

Formas de trabalho
e acompanhamento clínico.

Adolescentes e adultos

Análise e Psicoterapia

Atendimento clínico individual e contínuo, dedicado a escutar o sofrimento e a acompanhar cada pessoa na elaboração da própria história.

Psicólogos e psicanalistas

Supervisão em Psicanálise

Espaço de estudo e escuta para colegas que desejam refletir sobre os casos da própria clínica, fortalecendo a condução, a técnica e a ética do trabalho analítico.

Vínculos e família

Terapia de Casal e Orientação Parental

Acompanhamento para casais que buscam reencontrar o diálogo e para pais e mães diante dos desafios da criação, ampliando a escuta dentro das relações.

04  Trajetória Profissional

Uma formação construída
com rigor e continuidade.

Graduação
Psicologia — UNIFESP
Formação em Psicologia pela Universidade Federal de São Paulo.
Especialização
Psicologia da Infância e Saúde — UNIFESP
Especialista pela Escola Paulista de Medicina (EPM / UNIFESP).
Formação Clínica
Fórum do Campo Lacaniano
Participante das formações clínicas voltadas à psicanálise de orientação lacaniana.
Formação Contínua
Grupos de estudos clínicos
Participação constante em grupos de estudos dedicados ao aprimoramento do trabalho clínico.
05  Avaliações

O que dizem
os pacientes.

★★★★★
5,0 / 5
11 avaliações no Google
A
Ana Jéssica Cruz Teixeira
★★★★★

Profissional de escuta atenta, fundamentação teórica sólida e compromisso ético com o processo analítico. Sua postura clínica mostram sua responsabilidade e um cuidado genuíno com o percurso de cada paciente. Além disso, é um colega que contribui para o campo, seja por meio de trocas teóricas ou da construção de espaços que valorizam a escuta psicanalítica.

M
Maytê Amorim
★★★★★

Para quem busca um profissional para fazer análise, Lucas é um excelente terapeuta, que está em constante formação. Indico com certeza!

M
Mauro Reis
★★★★★

Lucas é um profissional sério e que tem compromisso com uma formação rigorosa, indico a quem busca um analista em quem possa confiar

T
Thais Marques
★★★★★

Ótimo psicólogo! Possui experiência e especialização na Universidade Federal de São Paulo! Recomendo! Local de atendimento agradável

F
fausi kalaoum
★★★★★

Excelente profissional. Super qualificado e o espaço é bastante confortável.

I
Isabela Boitar
★★★★★

Ótimo psicólogo! Recomendo muito!

C
Clarice Lopes
★★★★★

Profissional atencioso e dedicado.

Avaliações públicas verificadas no Google
06  Espaço Cultural

Onde a psicanálise
encontra a cultura.

A arte muitas vezes transmite algo que ainda não pôde ser dito ou nomeado.

“

Os poetas e os romancistas são aliados preciosos (...) porque eles conhecem, entre o céu e a terra, muitas coisas que a nossa sabedoria escolar nem sequer sonha ainda. São, no conhecimento da alma, nossos mestres...

Sigmund Freud
Capa de Le Rayon vert (Éric Rohmer, 1986)
Filme

Le Rayon vert (Éric Rohmer, 1986)

“O Raio Verde” é um filme francês de 1986 dirigido por Éric Rohmer que acompanha Delphine, uma jovem introvertida que após passar por uma desilusão amorosa enfrenta a perspectiva angustiante de passar as férias de verão sozinha. O filme aborda, através do olhar da protagonista, temas como depressão, solidão e o anseio por se conectar com o outro.
Capa de In the Heat of the Sun (Jiang Wen, 1994)
Filme

In the Heat of the Sun (Jiang Wen, 1994)

“In the Heat of the Sun” é um filme chinês de 1994 dirigido por Jiang Wen que retrata os anos de amadurecimento de um grupo de jovens durante o período de Revolução Cultural no país, através de um olhar intimista para as relações de pertencimento, descoberta da sexualidade e desafios da adolescência. O filme é narrado pelo protagonista Ma Xiaojun e em sua construção aborda o tema da memória e da narrativa, nem sempre linear e confiável, de uma vida.
Capa de Paprika (Satoshi Kon, 2006)
Filme

Paprika (Satoshi Kon, 2006)

“Paprika” é um filme de animação japonês dirigido por Satoshi Kon lançado em 2006. A partir de uma tecnologia que permite terapeutas de entrarem nos sonhos de seus pacientes, o filme aborda questões como trauma, avanços tecnológicos e os limites entre realidade e sonho.
Capa de Persona (Ingmar Bergman, 1966)
Filme

Persona (Ingmar Bergman, 1966)

“Persona” é um filme sueco de 1966 escrito e dirigido por Ingmar Bergman. Quando uma atriz teatral de sucesso sofre uma crise emocional e para de falar, uma enfermeira é designada a cuidar dela em uma casa isolada. A relação das duas personagens traz à tona questões sobre identidade, isolamento e feminilidade.
Capa de O Deserto dos Tártaros (Dino Buzzati, 1940)
Livro

O Deserto dos Tártaros (Dino Buzzati, 1940)

“O Deserto dos Tártaros” é um romance do escritor italiano Dino Buzzati, publicado em 1940. A história acompanha a trajetória de um jovem tenente que é enviado para um posto de trabalho remoto. O livro aborda questões como a passagem do tempo, expectativas e inibição.
Capa de O quarto de Giovanni (James Baldwin, 1956)
Livro

O quarto de Giovanni (James Baldwin, 1956)

“O quarto de Giovanni” é um romance americano escrito por James Baldwin em 1956. O livro trata do encontro e relacionamento entre dois jovens na cidade de Paris. O livro aborda questões como sexualidade, masculinidade e preconceito.
Capa de A Cidade e a cidade (China Miéville, 2009)
Livro

A Cidade e a cidade (China Miéville, 2009)

“A Cidade e a cidade” é um livro de ficção científica escrito pelo autor britânico China Miéville em 2009. A história tem início a partir uma ampla investigação de assassinato em duas cidades que existem simultaneamente no mesmo espaço, cada uma cujos cidadãos são proibidos de entrar ou reconhecer a outra cidade. O livro aborda questões como invisibilidade social, diferenças culturais e política.
Capa de O amor dos homens avulsos (Victor Heringer, 2016)
Livro

O amor dos homens avulsos (Victor Heringer, 2016)

“O Amor dos Homens Avulsos” é um romance do autor brasileiro Victor Heringer publicado em 2016. A história é narrada por Camilo que relembra sua juventude no Rio de Janeiro. O livro aborda questões como o despertar da sexualidade, violência e trauma.
Capa de O QUE SE QUER?
Artigo

O QUE SE QUER?

A pergunta “o que eu quero?” muitas vezes se confunde com “o que o outro quer de mim?” tendo em vista que somos o tempo todo bombardeados com imperativos familiares e culturais sobre o que deveríamos ser ou o que devemos querer para nós mesmos. Será que é isso mesmo que eu desejo? Será que é possível desejar para além do que o outro espera de mim? Afinal, o que é isso que o outro espera de mim? Aliás, tem algum outro esperando algo de mim realmente? Essas e outras questões surgem aos sermos confrontados com a questão do desejo e na tentativa incansável de formular uma resposta nos deparamos com as armadilhas, mas também com as tantas possibilidades, oferecidas pela linguagem. Através da fala, e da escuta do que está sendo dito, é possível identificar os ideais que assombram quem fala e que por serem eles mesmos construídos no campo da linguagem — do que se ouviu, se viu e captou da fala de um outro — causam sofrimento e paralisia na possibilidade de desejar. A análise possibilita um espaço para o exercício da fala e, portanto, oportunidade de se dizer de outras formas para além daquelas que nos foram ditas por outros ao longo da nossa vida.
Capa de A PALAVRA QUE FALTA
Artigo

A PALAVRA QUE FALTA

É usual que nos deparemos com a dificuldade de falar exatamente o que estamos pensando e transmitir com exatidão o que estamos sentindo. Nas relações cotidianas com familiares, amigos, colegas de trabalho e nos relacionamentos amorosos, por vezes, nos sentimos incompreendidos. As falhas na comunicação nos causam sofrimento e nos fazem questionar o que dizemos e se o outro de fato está nos escutando. Faltam palavras ou as palavras, mesmo que abundantes, faltam em significar a totalidade do que queremos dizer. Ao falar somos confrontados constantemente com a impossibilidade de dizer tudo, e mais do que isso, somos surpreendidos com aquilo que se produz a partir da falha em nossa fala. A análise é um espaço de acolhimento disso que é estranho para nós mesmos, possibilitando a produção de um saber sobre si através dos deslizes e percalços do discurso.
Atendimento Online

Terapia de onde
você estiver.

No momento, os atendimentos acontecem de forma 100% online, por videochamada. Um formato que preserva toda a profundidade do trabalho clínico com a comodidade de não precisar se deslocar — basta um ambiente reservado e uma boa conexão.

Atendimento Internacional

Atendimento online para quem vive fora do Brasil, em português ou inglês, com horários ajustados ao seu fuso.

Sigilo garantido

O mesmo compromisso ético e de confidencialidade do consultório presencial.

Ambiente seguro

Plataformas confiáveis e um espaço protegido para você falar com tranquilidade.

Flexibilidade

Horários que se ajustam à sua rotina, de qualquer lugar do Brasil ou do mundo.

07  Dúvidas Frequentes

Perguntas que
costumam surgir.

A primeira sessão é um encontro de acolhimento. É um momento para você falar sobre o que o trouxe até aqui e para conhecermos um ao outro. Não há roteiro: conversamos sobre suas questões e sobre como o acompanhamento pode se dar. É também a oportunidade de sentir se há sintonia para seguirmos juntos.
As sessões têm tempo variável e acontecem semanalmente.
Os atendimentos são exclusivamente particulares. Essa escolha preserva a liberdade e o sigilo do processo analítico, sem interferências ou limites impostos por terceiros. Se necessário, é possível emitir recibo para fins de reembolso junto ao seu plano ou para dedução no Imposto de Renda.
Sim. O atendimento online segue o mesmo rigor ético e de confidencialidade do presencial, conforme as normas do Conselho Federal de Psicologia. As sessões ocorrem por videochamada em plataformas seguras. Recomenda-se apenas que você esteja em um ambiente reservado, onde possa falar com privacidade e tranquilidade.